Fazendo um estudo intenso sobre o filme Pinóquio com base nas teorias de Freud e Erikson tive apenas uma certeza sobre a patologia do personagem:
Toda frustração crônica passada pelo personagem resulta em um sintoma psicossomático e afeta a sua epiderme.
A primeira aparição do sintoma é visto no fato de Pinóquio acreditar que é de madeira uma consequência de não ser filho de Gepetto.
Nas demais cenas existem diversas frustrações mas nada crônico a ponto de levá-lo a afetar seu orgão alvo.
Na parte final do filme sua aparência se altera virando um burrinho com orelhas e rabo, o fato de errar tanto não é aceito pelo personagem e novamente vemos o sintoma afetando sua epiderme de modo que a sua percepção fica totalmente confusa.
Na vida adulta Pinóquio provavelmente terá difuculdades para enfrentar conflitos referentes a sua aparência. A epiderme novamente será afetada.
Nas situações acima vemos na primeira uma auto-deformação e na segunda a possessão animal, cabe verificarmos de que forma serão os próximos sintomas.
sábado, 21 de novembro de 2009
sábado, 22 de agosto de 2009
Diário Vs Blog
O diário entrou em desuso, já o blog está em ascensão.
No blog precisamos ser politicamente corretos, o que alguém de um RH pode encontrar de nossa vida no mundo virtual.
A fascinação pelo blog não é apenas de contar histórias mirabolantes que ocorrem, esta mais para uma auto-afirmação.
No fato de auto-afirmação:
Todos que estão no mundo virtual devem ler meu blog, está lá, exposto, algo de mim que quero compartilhar com o mundo, e todos devem ficar chocados pois o que escrevo não é algo do cotidiano.
A verdadeira história, os sentimentos reais, as confissões inconscientes estão no diário, lembranças e sentimentos que você não compartilha com os outros.
Esse diário passa a ser um objeto de transição, como Winnicott pode descrever. Temos a necessidade de exteriorizar o que sentimos quando ocorre algo que a pessoa considera uma carga extrema emocional, é praticamente uma necessidade do ser humano como nosso mestre Breuer poderia nos descrever.
No meu caso poucas publicações podem ser feitas com uma carga emocional visto que não vivo apenas em um mundo virtual, pessoas tem expectativas sobre minhas ações, eu tenho expectativas sobre elas, tenho amores e frustrações, alegrias e tristezas.
Com as palavras podemos descrever todas essas situações mas nada se compara à comunicação corporal e as respostas carregadas de emoção de seu interlocutor.
Esse é meu blog, politicamente correto e em meu diário guardo os meus segredos, sejam eles normais ou ilusórios.
No blog precisamos ser politicamente corretos, o que alguém de um RH pode encontrar de nossa vida no mundo virtual.
A fascinação pelo blog não é apenas de contar histórias mirabolantes que ocorrem, esta mais para uma auto-afirmação.
No fato de auto-afirmação:
Todos que estão no mundo virtual devem ler meu blog, está lá, exposto, algo de mim que quero compartilhar com o mundo, e todos devem ficar chocados pois o que escrevo não é algo do cotidiano.
A verdadeira história, os sentimentos reais, as confissões inconscientes estão no diário, lembranças e sentimentos que você não compartilha com os outros.
Esse diário passa a ser um objeto de transição, como Winnicott pode descrever. Temos a necessidade de exteriorizar o que sentimos quando ocorre algo que a pessoa considera uma carga extrema emocional, é praticamente uma necessidade do ser humano como nosso mestre Breuer poderia nos descrever.
No meu caso poucas publicações podem ser feitas com uma carga emocional visto que não vivo apenas em um mundo virtual, pessoas tem expectativas sobre minhas ações, eu tenho expectativas sobre elas, tenho amores e frustrações, alegrias e tristezas.
Com as palavras podemos descrever todas essas situações mas nada se compara à comunicação corporal e as respostas carregadas de emoção de seu interlocutor.
Esse é meu blog, politicamente correto e em meu diário guardo os meus segredos, sejam eles normais ou ilusórios.
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